quarta-feira, 31 de agosto de 2016

[Atualidades]: excesso da vaidade



Até que ponto a busca pelo corpo perfeito é válida?

 O mercado da beleza atrai cada dia mais pessoas, com promessas de soluções para todo, e qualquer deslize da natureza ou marcas do tempo.

O número de cirurgias plásticas, lipoaspirações, e procedimentos estéticos realizados em todo mundo sofre um aumento absurdo. Não é difícil encontrar homens, mulheres , e adolescentes "se matando" para atingir o padrão de beleza imposto pela mídia, e acabam se tornando escravos da indústria de beleza; essa escravidão assassina a autoestima e gera uma terrível auto rejeição.

 O excesso da vaidade, na maioria das vezes é considerado um distúrbio chamado DISMORFIA, aonde o paciente tem a distorção da própria imagem, podendo causar outras doenças como anorexia e bulimia. Um dos casos mais conhecidos da dismorfia é o do cantor Michael Jackson, que realizou inúmeras cirurgias para chegar a "imagem perfeita". Contudo, não se enxergava como realmente era, e por isso tinha uma preocupação obsessiva com defeitos inexistentes. Outro distúrbio muito parecido, porém não muito conhecido, é a vigorexia aonde ocorre o excesso de treinos e uso descontrolável de suplementos, e é mais comum em homens entre 18 e 35 anos.

 Pode até ser difícil aceitar o próprio corpo e ter confiança com tantos(as) modelos magros(as) e celebridades "saradas" que a mídia insiste em mostrar. Todavia, isso não faz com que você, e sua própria aceitação seja menos importante.

 -Não se compare aos outros, cada pessoa é diferente;

 -Tenha orgulho de você e do seu próprio corpo;

 -Não importa a aparência, você deve se preocupar com seu verdadeiro "EU";

 -Repare as coisas positivas e bonitas existentes em você, não esqueça da sua personalidade;

 -Aprenda a ser forte e não ligar para o que as pessoas pensam de você. A não ser que seja algo legal, claro!



"Aprenda diariamente a ter um caso de amor com a pessoa bela que você é, desenvolva um romance com sua própria história. Não se compare a ninguém, pois cada um de nós é um personagem único no teatro da vida"
(Cury, 2005)